
Como a camada digital entra numa peça impressa.
Antes de qualquer código, o impresso precisa estar bem feito, com o papel certo e a cor no registro, coisa que 50 anos de fábrica ensinam. Sobre essa base entra o QR, com um código exclusivo para cada unidade, desenhado dentro da própria arte. O consumidor aponta a câmera e a leitura cai no relatório da campanha. Press kits e projetos piloto podem levar também NFC. O papel deixa de ser um gasto de uma vez só e vira canal.
O código custa centavos e entra no desenho da peça.
Nada aqui é enfeite colado por cima. O QR entra no próprio design, desenhado na arte, e a câmera do celular resolve a leitura, sem app. Em kits e pilotos, uma tag NFC fina vai no acabamento. O custo por unidade fica em centavos, e o que volta é um resumo simples da campanha. É uma frente que a gente desenha junto com você, projeto a projeto.
Os quatro passos entre o toque do consumidor e o relatório.
Um código que já nasce dentro do design.
O QR nasce junto com a arte, testado antes de sair da fábrica.
Cada unidade leva um código só dela, criado junto com o design e conferido peça por peça antes de embarcar. Em press kits e pilotos, a tag NFC vai embutida no acabamento, programada antes de sair da fábrica.
Cada toque vira número.
O relatório da campanha mostra quantos escanearam, quando e o que acessaram, e em pilotos de PDV a leitura aparece ponto a ponto. É um resumo direto, não um calhamaço de 40 páginas.
Cada unidade carrega a própria prova de origem.
Cada item sai com um código exclusivo, que não se repete em nenhum outro. O consumidor confirma a autenticidade apontando a câmera, e você acompanha as verificações no relatório da campanha.
O que o sensor devolve.
Sobre a tecnologia.
Não. O QR é lido pela câmera e o NFC pela aproximação do próprio celular. Tudo abre no navegador, sem download.
O QR é praticamente custo zero. O NFC é questão de centavos por peça, dependendo do volume. E o retorno aparece no relatório, campanha a campanha.
Dá. O relatório chega em formato aberto, pronto pro seu BI ou CRM. O que a campanha gerou é seu, de ponta a ponta.
Na maioria. Papel, cartão e plásticos leem bem. Metal pede uma tag própria, definida já no protótipo, e a leitura é testada antes de rodar a escala.
Sua peça está na rua agora.
O que ela anda te contando?
Manda o briefing. A gente especifica o sensor, testa a leitura e te entrega o protótipo físico antes de rodar a tiragem.