Fernando Pini
É a principal premiação do setor gráfico brasileiro e uma das mais respeitadas do mundo. A NB levou o prêmio nas categorias de produto e embalagem.

Meio século mexendo com papel, tinta e acabamento não é nostalgia. É o conhecimento que hoje sustenta a frente nova de rastreio e medição, com o software crescendo em cima da herança gráfica.

Nosso parque gráfico cobre offset, hot stamping, foil, relevo e vernizes. Cada folha entra na máquina já marcada com lote e destino, e sai pronta pra ser rastreada.
Quem domina a matéria há 50 anos sabe exatamente onde plugar o QR.
Nasce como gráfica de impressão comercial no Rio de Janeiro. A obsessão por registro e acabamento começa aqui.
Nessa década, a NB investe em maquinário de alto volume e monta a pré-impressão própria, e vira fornecedora de grandes marcas de consumo.
O foil, o hot stamping, o relevo e as estruturas complexas de embalagem entram no repertório, e a caixa passa a valer quase tanto quanto o produto que ela carrega.
Chega a camada digital, com QR individual e NFC como opção, uma frente nova que a NB desenvolve junto com o cliente, e o impresso vira canal.
Material e processo moram aqui há cinquenta anos. O software é a frente nova, desenhada em cima dos dois, com a medição entrando no projeto da peça.
Papel, foil, relevo, verniz e FSC: cada material tem manha própria, e cinquenta anos de fábrica ensinam todas.
Da pré-impressão à expedição com rastreio de cada envio, a linha roda calibrada há meio século.
É o mais novo dos três ofícios da casa: acompanhamento próximo, relatório de ativação e a camada digital, que entra embutida na peça em pilotos com o cliente.
Cinquenta anos atrás, a obsessão já era registro: a tinta caindo no fio do lugar, folha após folha, com o impressor conferindo na lupa.
Essa disciplina não envelheceu, porque a mão que acerta um foil no milímetro é a mesma que hoje posiciona um QR individual pra ler limpo no balcão da farmácia, e cobra dele o mesmo registro que sempre cobrou da tinta.
Ninguém aqui virou empresa de software da noite pro dia. A frente digital cresce em piloto, apoiada em cinco décadas vendo papel vincar, verniz reagir e caixa apanhar no caminhão. Quem já viu peça falhar na rua sabe o que a próxima precisa aguentar.
Por isso a peça e a medição nascem na mesma casa, a poucos metros da prensa.
É a principal premiação do setor gráfico brasileiro e uma das mais respeitadas do mundo. A NB levou o prêmio nas categorias de produto e embalagem.
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A fábrica e o escritório ficam no Rio de Janeiro, em São Cristóvão. Kits e volumes menores saem daqui montados, embalados e despachados com rastreio de cada envio; volumes maiores seguem com parceiros logísticos. O status do pedido chega de quem cuida dele.
Continua a obsessão por registro e acabamento. O que mudou foi a camada nova: QR individual, NFC como opção, acompanhamento próximo e relatório de ativação, tudo em projetos piloto junto com o cliente. É software nascendo em cima de meio século de chão de fábrica.
O papel manda na tag. Vinco, dobra, metal por perto, altura de leitura no PDV: tudo isso decide onde ela pode ficar. Cinquenta anos de fábrica encurtam essa conversa entre o material e a camada digital.
Conta pra gente o desafio. Você recebe um protótipo físico antes da tiragem.