O cubo La Vie Est Belle
O cubo de PDV chegou com engenharia de dobra e acabamento premium, e aguentou a campanha inteira em pé, sem perder cor nem ângulo de exposição.

Trabalho real, com cliente nomeado e peça que ficou de pé até o fim da campanha. Tudo nesta página saiu da fábrica e foi pra rua. A camada conectada é frente nova, em pilotos, nos mesmos formatos que você vê abaixo.
Era um kit de lançamento pra imprensa e criadores de conteúdo, e a caixa precisava falar pela marca antes da primeira linha do release, porque material de imprensa apanha no correio e na mesa de redação. Rodamos protótipo físico antes da tiragem, acertamos o acabamento de vitrine e cada peça saiu com o nome do destinatário impresso, e o kit entrou no prazo do lançamento. Hoje, em press kits assim, o NFC entra como piloto, pra marca saber quem abriu.
O cubo de PDV chegou com engenharia de dobra e acabamento premium, e aguentou a campanha inteira em pé, sem perder cor nem ângulo de exposição.
O press kit de lançamento veio com acabamento que rende foto: a caixa abre, vira conteúdo na mão do influenciador e segue trabalhando no story.
O display modular de dermocosmético foi pensado pra farmácia, que maltrata a peça, com repositor apressado e cesto esbarrando na gôndola. A engenharia foi dimensionada pra essa rotina, e a peça ficou de pé até o último dia da campanha.
O kit de imprensa foi construído pro unboxing: a ordem em que cada item aparece na abertura foi decidida em protótipo, antes da tiragem, e o kit saiu da fábrica direto pra mesa do jornalista.
A caixa de lançamento trouxe acabamento premium, do tipo que o consumidor guarda na estante depois que o produto acaba.
Nenhum piloto começa pela tag, mas sim pela pergunta do briefing: o que essa campanha precisa provar? A resposta pode ser leitura na rua, ou pode ser conversão pro app da marca.
QR individual é a oferta de lançamento; NFC entra em press kits, kits e projetos piloto. Nos dois casos a tag é desenhada junto com a faca e o acabamento da peça.
No fim, o relatório de ativação da campanha entrega esse número, exportável pro seu BI.
Considero um diferencial a qualidade da impressão e a capacidade de inovar nos materiais. Quando a gente tem uma ideia e precisa adaptar, a gráfica consegue fazer isso perfeitamente.
Meu contato com a Nova Brasileira começou há mais de dez anos e hoje continuo com a gráfica na Reserva. Um serviço bacana, de qualidade.
Para atender a minha demanda tem que ser uma gráfica de grande porte.
É, no seu projeto. Quando a peça sai com QR individual ou NFC, cada leitura fica registrada e entra no relatório de ativação da campanha, planilha que a sua equipe abre e usa. Os cases desta página mostram o trabalho de fábrica; a camada conectada é frente nova, em pilotos, nesses mesmos formatos.
Você acompanha pelo relatório da campanha. A leitura ganha corpo nos primeiros dias da peça na rua, e o número fecha no ritmo combinado no briefing.
Dá. Muito projeto é puro acabamento de alto padrão, sem tag nenhuma. A camada conectada entra quando o objetivo pede.
A peça nasce aqui dentro, do desenho da faca à expedição. Conta pra gente o desafio.